14 março 2015

Sobre possibilidades

Vamos lá, vamos a mais uma sessão tentando organizar as ideias.
Eu me encanto muito facilmente com um padrão bem específico. Tanto que dias atrás estava até brincando ao dizer que posso fazer um Bingo.

Aí eu conheço pessoas, abro um pouquinho o portão do castelo e... e... e me fodo.
Não dá pra saber em quem confiar.
Expectativas são minhas e só eu sou responsável por elas.
A grande questão é saber quando posso criar ou não.

Não é porque a gata te chamou pra dormir na casa dela por dois dias seguidos na mesma semana em que você a conheceu é que você pode ter a tola ideia de talvez essa seja uma relação (de amizade inclusive) que vai durar.

Mulheres são estranhas.
Isso me inclui.
Eu nunca sei dosar se estou sendo grudenta demais ou se estou distante demais.
Acaba sobrando pra quem realmente gosta de mim, porque acabo ficando na defensiva na grande maioria das vezes.

Eu realmente não ligo de ficar sozinha.
Mas confesso que odeio quando resolvo sair da casinha e abrir uma portinha que seja pra possibilidade de me envolver e não dá em nada.
Seres humanos e sua incrível capacidade de lidar com rejeição.

Acho que uma das merdas que costumo jogar a culpa no signo é o fato de ser muito 8 ou 80.
Ok, que nos últimos anos isso tem melhorado e MUITO mas né... Bato na tecla de que ainda sou um ser-humano.

É...
Então é isso.
Deletei o telefone da gata da agenda. Se ela visualiza e não responde então não vale a pena eu gastar o meu tempo.




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