11 agosto 2014

Vida boa

A vida é realmente boa.
Boa música, livros, solidão.
Me sinto completa assim.
Tenho minhas companhias ocasionais. Minhas conversas, meus silêncios.

A vida é realmente boa.
Parei de perseguir sonhos, vivo de realidades.
Parei com idealizações. Embora eu ainda espere um grande amor, eu não tenho tanta convicção em relação ao sentimento.
Não mais.

Ainda assim, tô achando a vida bem boa.

06 agosto 2014

Livrai me do mal.

Só acho que Deus ouviu minhas preces.
Amanhã é dia de me livrar de tudo que possa trazer qualquer lembrança.

Não preciso manter por perto quem faz ameaças e chantagens. Por esse motivo amanhã me desfaço de todos os objetos.

Continuo não desejando o mal de ninguém. Nesse caso nem o bem também.

Na real, eu só quero ser esquecida, ser deixada em paz. Não quero meu nome na boca de quem não é presente. Não quero meu nome seja pronunciado nem que seja para falar bem.

03 agosto 2014

Status Quo

É tanta coisa que passa na cabeça.
Tanta
coisa.

Muita coisa.
MESMO.

Chegar em casa depois de uma noite de trabalho e com a cabeça fervilhando de pensamentos.
Hoje eu queria sair pra dançar, mas trabalhar numa rede multinacional de restaurantes e estar em fase de crescimento profissional requer algumas medidas cautelosas.

Tô sentindo muita falta da minha vida.
Dos amigos.
Sinto falta de paquerar sem sentir peso na consciência.
De ter alguém que de fato se interesse por mim. Não que não tenha. Mas ninguém é como eu espero que seja.

Se for fazer uma análise de todos os ex-relacionamentos chego a conclusão de que ninguém nunca soube me valorizar na hora certa.
Deram valor. Na hora errada.

A Baixinha só notou que me amava quando já havíamos nos machucado muito. E outra, não sei se ela teria culhões pra casar comigo.
A estudante de Direito não sabia o que era a vida real. Ao menos na minha opinião. Ela queria me manter e manter a Taurina do Rio ao mesmo tempo. Com ela eu errei. Mas ela errou comigo também. E nesse caso fui covarde. Eu poderia ter lutado mais pra fazer dar certo.
Por último temos a Ex. A Ex foi o melhor relacionamento. Não comecei a namorar estando apaixonada e fazendo idealizações dela. Ela era aquilo. Carinhosa. Fofa. Só faltou compromisso com a vida dela. E acho que isso me brochou muito. Ou soma ou some. Não quero uma namorada pra eu ser babá, mãe ou ficar pegando no pé. Não quero ter que discutir pra poder provar que eu estou certa quando digo: olhe pra suas notas na faculdade, olhe suas finanças.

E tem a moça de Hogwarts, sim, é assim que vou chamá-la.
Uma senhora paixão platônica. Uma pessoa que eu sequer beijei. Alguém com quem eu queria que desse certo. Alguém que admiro. Alguém de quem conheço o trabalho.
Mas eu me sinto tão idiota por gostar tanto dela.
E ela parece sequer lembrar da minha existência.
Enquanto isso, eu lambo o chão que ela passa.

Paralelo a isso tenho duas piscianas na vida.
Uma meio mimada e inconstante, muito mais nova que eu, mas que tem a cabeça no lugar.
E tem a Pisciana Corinthiana. Que só me provoca. Que só me manda mensagens mas não toma atitude.

Vou enlouquecer?
As opções são "sim" e "com certeza".
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