29 setembro 2013

Sobre a semana

Aí você passa pela pior semana ever.
Brigas em casa. E aquela saudade que você insiste em esconder.
Tô bem, tô toda trabalhada no estilo palhaço de levar a vida: fazer os outros sorrirem mesmo quando não se está no seu melhor dia.

Essa semana, a falta da amizade pegou de um jeito...
Não me decepcionei só com a (ex)namorada, me decepcionei com a amiga.
E a amiga está fazendo falta. Uma puta falta.

26 setembro 2013

Sobre sexo casual e saudades

Ando querendo entender essa saudade.
Se é só saudade ou se é uma espécie de não aceitação de "sexo casual".
Não que eu não goste, não que eu não curta.

Só fica difícil de entender não querer um segundo encontro quando as duas partes curtiram, quando as duas pessoas são legais.
Ou talvez só eu tenha achado bom. Essa é uma possibilidade forte. Talvez seja só a distância.

O que quero dizer, é que, se não fosse toda essa distância, rolaria de novo?
Foi só sexo casual?
Será que ela também sente saudade?

É tanta coisa na minha cabeça. São tantas perguntas, tantas coisas que eu queria saber, como se ela tivesse as respostas pra me dizer quem sou... Como se me faltasse um rumo na vida e ela tivesse as respostas sobre isso.

E misturado a tudo isso, é mágoa e vazio.
A pior parte é que perdi minha melhor amiga. É isso que mais tem machucado.

Enquanto isso, vou vivendo: um dia de cada vez. Tentando não demonstrar, tentando esconder as olheiras por não dormir direito, por perder o sono cedo. Tentando não pensar no que não pode ser.

Hoje estou bem cansada. Trabalho e pouco tempo de sono.
Não vejo a hora da minha próxima folga chegar.



25 setembro 2013

Ao comentário do último post

Eu juro que não queria desistir, tanto que todos os amigos pra quem contei que não estava mais namorando eu disse: "Espero que seja por pouco tempo".

Sempre esperei que ela me surpreendesse.
E sim, sei que não se muda da noite pro dia ou em uma semana, justamente por isso fiquei mais de um mês sozinha, mas ainda me portando como se estivesse namorando. Não foi à toa o término, foi consenso, eu sei e ela sabe o quanto estávamos nos machucando.

E eu cansei de só ser ouvida quando eu apelo. Não quero isso pra mim. Não quero isso pra ninguém.

A minha grande frustração nessa história toda é: eu ouvi, eu respeitei, mas quando eu precisei ser ouvida, não respeitaram.
Não que eu seja a certa em 100% do tempo.

Tive e tenho meus erros. Não estou impune nessa história.
E sim, admito, gosto dessa taurina. Gosto muito. Se não gostasse não estaria tão decepcionada.

O tempo vai passar.
Nunca fecho uma porta.
Só vou viver a minha vida, sem planos, sem expectativas.

Espero que ela fique bem. E eu espero que eu também fique bem.

Com relação aos amigos: não considero amigo quem fala mal pelas costas e não tem coragem de dizer as mesmas coisas na minha frente.
Acha que eu estou errada? Fale isso pra mim, não para os outros.

24 setembro 2013

Desabafando

Antes que eu surte, vou escrever. É uma raiva, não por ela ter ficado com uma, duas pessoas, mas por ela não ter me contado isso antes. Porque no fim, eu já imaginava que isso iria acabar acontecendo. Minha chateação não é ter ficado ou deixado de ficar. É com a evolução pessoal dela. Afinal, eu não fico metendo o pau em alguém e depois vou lá e fico. É essa "evolução" que eu esperava, de não cometer os mesmos "erros". Só por isso. Porque até então, eu estou solteira e ela também. Ninguém deve nada para ninguém. Eu tenho o direito de ficar chateada, decepcionada. É um sentimento. É algo que eu não esperava. Só que ela tem o péssimo hábito de tentar encontrar erros meus para colocar na balança. Acho isso infantil. Viajei. Fiquei com outra pessoa, sim. Curti pra caramba. Faria de novo. Mas sei que por mais que eu ache a menina dos cabelos vermelhos extremamente interessante, não rola nada mais do que uma amizade. Somos, eu e ela, duas pessoas fragilizadas. Ela até mais do que eu. E tem a distância também. Uma série de empecilhos. O que não quer dizer que o que aconteceu foi ruim. Eu lembro de um episódio de How I met Your Mother, onde o Ted não queria conhece a moça que fez o bolo de uma festa, porque o que tinha rolado tinha sido especial e que se, talvez, houvesse uma continuação daquela história, talvez não fosse mais tão especial assim. Acho que talvez eu esteja na mesma situação. Outra coisa que me irrita: ofender os outros. Mas o que mais está me irritando é a insistência em não me deixar quietinha no meu canto. Tanto que pra ter um pouco de paz eu dei block em todos os lugares possíveis. Cansei. Vou viver minha vida. Demorei tanto pra sair, pra ficar com outra pessoa, que só fui fazer isso estando longe, que era por medo de machucar. Não estou pintando um monstro. Longe de mim. Só não quero mais. Foi tudo muito bom, muito intenso. Não desejo o mal de ninguém, muito pelo contrário. Só cansei de cometer os mesmos erros.

23 setembro 2013

Sobre os últimos acontecimentos...

Vazio nem sempre é solidão E a solidão nem sempre é o vazio. A noite hoje termina de maneira estranha. Passei o dia inteiro tentando ocupar a cabeça para não ter que pensar em tudo o que têm acontecido. Um namoro que não existe mais. Uma decepção que ocupa a cabeça. O lance é que não me decepcionei com a atitude em si, mas com o descontrole. Esse sim me tira a vontade e as esperanças. O último ano foi muito bom. Estou ainda aprendendo a ter tato. Mas entre o outro e eu, sempre vou cuidar mais de mim. A viagem me fez bem. Tive conversas exatamente sobre isso: sobre completar-se por si só. E aí fica esse vazio de mim... Essa tristeza, esse não ter com quem falar sobre o meu dia. Estou chateada com os meus amigos. Ou com o meu amigo. Ou ainda, estou sem saco/paciência com meu melhor amigo. Hoje não é um dia qualquer. É o primeiro dos quais eu assumo que não quero mais esse passado. Ou tudo aquilo que esteve presente no último ano. Hoje eu quero a mim. E vou viver um dia de cada vez. Estou com saudade das conversas de Recife. Especificamente de uma pessoa. De me sentir a vontade. De não ter medo. Saudade de estar 100% em paz.
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