03 dezembro 2012

Sobre como um fio de cabelo branco pode causar terror

Um fio de cabelo branco pode mudar muita coisa. Muita coisa mesmo. Eu descobri o meu primeiro, e acho que único, fio de cabelo branco já tem um tempinho. Lembro que na época fiquei meio mal por uns dois ou três dias. Se eu não me engano acho que foi ano passado, ou retrasado, isto é, eu estava com 25, 26 anos. Até aí tudo bem. O tempo passou e hoje, apesar de muita gente tentar arrancar, carrego com orgulho esse pedacinho cinza na cabeça, sinal de stress ou de que o tempo passa pra todo mundo. O que ocorre é que nesse final de semana o Xuxu achou seu primeiro fio de cabelo branco. Pensem numa crise existencial, do tamanho do mundo, vindo à tona. Pensou? Pois é... Até aí eu já esperava um "mimimi", um drama, essas coisas todas... O problema foi que enquanto eu tirava onda com os sinais da idade, com o cabelo branco alheio, ouvi uma frase que quase me fez sair correndo do shopping, da cidade e quem sabe até do país: "É, já que a idade tá chegando, tá na hora de termos NOSSOS FILHOS, não?" Preciso falar mais alguma coisa? Cenas engraçadas à parte, queria dizer que eu não ligo muito pra essa coisa de cabelo branco. Saudades daqui.

24 novembro 2012

Rotinas que fazem rir

São quase 7 meses de relacionamento e pelo menos 5 meses namorando. Nesse meio tempo muitas rotinas se criaram... Tenho ao meu lado alguém que entende meus horários loucos e que sempre que possível participa de coisas bobas, mas que pra mim fazem a diferença. Uma ida ao supermercado, por exemplo. O problema é que nessas pequenas ocasiões dou brecha pra risadas intermináveis. Por que? Simples, porque sou a pessoa mais estranha e fresquinha com algumas coisas. Marcas por exemplo. E uma estranha preferência por produtos de bebê. Tipo um hidratante da J&J, cuja embalagem carrega um "Pele fresquinha" que me acompanha sempre que vou ao supermercado. Ela ri. Quase chora de rir nesses momentos. Também pudera, eu gosto de fazer estoque de coisas pra não ter perigo de ficar sem, então sempre compro vários hidrantes, vários sabonetes, além de desodorantes e outros produtos de higiene pessoal. É, tenho alguém rindo das minhas manias, mas sou cheirosa.

01 setembro 2012

Eu não quero voltar sozinho



Curta-metragem premiado em festival.
Leve. Como deveria ser a abordagem sobre a homossexualidade nas escolas.

29 agosto 2012

Podcast - DUPA 022

Primeiro do ano, apesar de já estarmos no segundo semestre. O podcast mais irregular da internet brasileira.
Seleção de músicas para pensar na vida. (ou músicas que tenho escutado ultimamente) Só não vale ficar deprê.


Download do Arquivo (12,9 MB)

  • Frank + Derol - Barely Love You Too
  • Maroon 5 - Payphone
  • Thiago Pethit (featuring Mallu Magalhães) - Perto do Fim
  • The Kooks - Naive

06 junho 2012

Qual é a medida da tristeza?

Quanta dor pode caber numa noite ao revirar o passado? Quantas lágrimas ainda vão escorrer? Quantos planos vão ser feitos e desfeitos? Quantas vezes ainda vamos nos machucar? Quantas vezes eu vou lembrar com saudade do seu cheiro? Quantas vezes vou me torturar por conta de ciúmes? Quantas expectativas eu ainda vou criar? Quantas delas não vão ser atendidas e supridas? Quantas vezes vamos nos decepcionar? Nessa madrugada, nada dói mais do que não ter mais um futuro.

01 junho 2012

Rumos

Sabe quando você volta do trabalho feliz e faceira? Sabe quando do nada você faz novas amizades, e começa e reencontrar mais as antigas? Sabe quando você volta pra casa e isso te traz uma alegria imensa? Hoje estou assim. Certa de que as coisas estão tomando um rumo. Seja lá qual for. Estou conquistando um espaço bacana, mudando o conceito de muita gente sobre mim. Só falta aquietar o coração... Tirar essas dúvidas do peito, e ver como as coisas ficam. Receio em me machucar de novo.

16 abril 2012

Das coisas que acontecem

Aí que eu terminei com uma pra voltar com outra, não deu certo. Aí que continuei gostando de uma. E mesmo gostando não deixei de viver ou de conhecer pessoas novas. E mesmo assim, segui esperando por uma segunda chance. Nesse caso, terceira ou quarta chance para um nós. Tem dias que é difícil acreditar que ainda tem volta. Aí eu reclamo. Aí ela diz que eu ainda sou importante. O problema é que a gente ficou com tanto medo de se machucar de novo, que ficamos nesse esconde-esconde. Eu me apaixono todo dia, e é sempre a pessoa errada. E sempre que alguém se apaixona por ela, eu morro de ciúmes. Tem dias que acho que a vida só tá esperando as coisas se acalmarem pra unir nossos caminhos de novo. Tem dias que eu acho que devo seguir, só, com a minha vida. E tem dias que a saudade dói. E com isso o tempo vai passando. Outras bocas eu beijei, outros corações eu parti. Outras vezes tive meu coração partido. Outras lições aprendi. Sempre volto pro mesmo ponto: pro ponto onde acho que talvez ainda possa dar certo,

28 fevereiro 2012

A falta...

Tem dias em que sinto tanto, mas tanto a falta dela. Das mensagens de bom dia. Das ligações após a aula. Do finais de semana, dos pedaços da pizza. Dos cafés naquelas tardes intermináveis. Sinto falta até das formigas que me atacavam no parque. Sinto falta do cheiro, do toque sempre fresco, da pele sempre macia. Sinto falta dos filhos que eu não tive. Da voz. De dormir ao telefone. De ter uma mensagem respondida tão logo eu a envie. De trocar 100 mensagens por dia. De ligar 100 vezes ao dia. Sinto falta de ser parte. De contar a minha parte. Aí eu fico assim, esperando dias por um e-mail respondido, me alegrando com sms inesperada e querendo mais, querendo um passado de volta ou um futuro que chegue rápido... =(

19 fevereiro 2012

Carnaval, futebol...

Carnaval é tempo de sensualizar, certo? Talvez. Meu carnaval tá devagar quase parando. Ontem até fui pra uma cidadezinha aqui perto curtir o carnaval de rua, mas nem sai conforme o esperado. Não que eu quisesse ficar com alguém ou coisa do tipo, só não foi o que eu esperava. Voltei cedo, não dancei, não bebi. Tenho pensado muito na vida sentimental ultimamente. Dia desses, durante mais um café com a Baixinha, ouvi que eu gosto do que eu não tenho. O comentário ficou martelando por aqui. Essa coisa de gostar só da conquista sempre foi óbvia pra mim, mas acho que nunca admiti. É como se fosse um erro, uma maldição. Ou coisa do tipo. Durante muito tempo, meio que considerei o fato de conquistar (quase) todo mundo que eu queria uma dádiva. O problema é que quando consigo, sei lá o que acontece, parece que tudo perde a graça, parece que a pessoa não tem mais as qualidades que antes eu via. Não é uma questão de idealizar. É estranho não me entender nesse sentido. Estranho e ruim, porque me dá a sensação de que eu sempre vou ficar sozinha. Venho pensando nisso por muito tempo. Percebi que só por duas vezes eu quis de fato construir algo. A história da Baixinha vocês conhecem bem. E depois veio a Namorada. A Baixinha disse que pra quem está comigo é muito ruim. Porque a pessoa se acostuma a ter uma Prisccila toda carinhosa, toda presente, toda fofa, e que quando finalmente cede, fica um vazio, que dá a impressão que eu não me esforço tanto, que não faço mais questão de ter aquilo, de ter a pessoa comigo. Por vezes o que aconteceu, e nesses casos aconteceu com pessoas diferentes e não com as duas supracitadas, é que quando eu estava finalmente desistindo de tentar, as moças envolvidas resolviam ceder a minha insistência simpatia. Mas aí, dentro de mim eu há tinha tomado a decisão de me desligar, de partir pra outra... Por mais que a outra em questão fosse ficar sozinha. Nessas horas percebo o quanto sou complicada.

05 janeiro 2012

Sobre estar solteira

Estar solteira me torna uma pessoa mais chata do que o comum. Por que? Porque sabendo as pessoas com quem já me relacionei fica difícil achar alguém que seja tão bonita ou tão interessante quanto as meninas que já passaram pela minha vida. Tudo bem que não ando saindo pra absolutamente nada, então conhecer gente nova fica ainda mais difícil, e tudo bem também que se eu pudesse eu voltava no tempo, mas como ambas opções no momento são impossíveis, fico aqui, enrolada comigo mesma, sem querer saber de ninguém e ao mesmo tempo morrendo de saudade de namorar. Complexo? Talvez. Mas quem disse que eu sou simples?

03 janeiro 2012

2 mil e dose

Ano Novo, vida nova? Nem sempre. Só quero manter as coisas boas de 2011 e ter motivos pra bebemorar com muitas doses o ano que acabou de chegar. Na real, acho que ritos de passagem ajudam com essa coisa de deixar algumas coisas para trás. O cérebro se acostuma com a rotina e vai ficando burro. Então fazer coisas novas é a melhor maneira de indicar pro nosso amigo de que existem mais coisas a serem guardadas. Novas emoções, novas pessoas, novas atividades. Continuo sem namorar. Na verdade acho que poucas vezes passei tanto tempo sozinha como estou agora. E isso não é uma reclamação. No fundo acho que fiquei chata demais depois de alguns relacionamentos. Se espero algo pra esse ano? Claro que sim, afinal quem não gosta daquele sentimento chamado paixão apertando o peito e trazendo sorrisos bobos? Por enquanto é isso. Só falta saber onde vou (re)encontrar o amor e a paixão.
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