27 junho 2010

Podcast - DUPA 016

Rapidinho, sem tanta qualidade no áudio, mas tá valendo.
Fiz ontem a noite e agora acho que volto a embalar nas produções.

Download do Arquivo (18,37 MB)

Tem sugestão? Quer opinar? Comenta ou manda email: contato.dupa@gmail.com
Não quer se identificar? Tem o mural de recados ou o formspring!

Além das "músikitchas" rolou a resposta da pergunta que não quer calar.

Na playlist de hoje:

Hunz - It's so Light
Megh Stock - Ela se sente só
Just Jack - Lovefool
Jota Quest - O que eu também não entendo
Jamie Cullum - Don't Stop the music
Roberta Campos - Felicidade
Cássia Eller - Gatas extraordinárias

25 junho 2010

Dividindo música

Que Nando Reis e Cássia Eller eram formaram uma dupla mega perfeita ninguém dúvida.
Portanto no dia de hoje divido com vocês uma das minha favoritas.


As coisas tão mais lindas

Entre as coisas mais lindas que eu conheci
Só reconheci suas cores belas quando eu te vi
Entre as coisas bem-vindas que já recebi
Eu reconheci minhas cores nela, então eu me vi

Está em cima com o céu e o luar
Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas
E séculos, milênios que vão passar

Água- marinha põe estrelas no mar
Praias, baías, braços, cabos, mares, golfos
E penínsulas e oceanos que não vão secar

E as coisas lindas são mais lindas
Quando você está
Hoje você está
Onde você está
As coisas são mais lindas
Por que você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas

12 junho 2010

A pergunta que não quer calar:

Há dúvida no amor?


Quando você ama, é possível duvidar do próprio sentimento?
Amor é sempre certeza?
O que difere carinho+respeito+tesão de amor?


Responde aí nos comentários o que você pensa sobre tudo isso...

09 junho 2010

Querido Diário: na Paradinha... dinha inha inha

Fui para a Parada no domingo, né? Quem me segue no twitter sabe que foi meio que de última hora. Era meio dia quando eu liguei pro melhor amigo e chamei pra ir pra Sampa.

Por volta de 16h eu já estava a pé em direção a Consolação. Deixei o carro na Augusta e segui.
Fui porque não queria ficar em casa chorando. Motivos pra chorar eu até que tinha. Até que ainda tenho. Não pelos outros, mas pelas feridas que ainda não cicatrizaram.

Acho que, de tudo, o que mais dói é a decepção. Enfim... Não quero falar disso agora.

Pois bem, fui pra Pride. Eu já havia ido uma vez, não exatamente na Parada, mas para São Paulo, em 2008, para curtir o povo/burburinho pós-Pride. Logo, essa foi a primeira vez que acompanhei os trios, entrei no meio do povão.

Não vi gente muito bêbada, não vi gente usando drogas. Não vi abusos. Roubaram o celular da minha amiga, mas até aí tudo normal, se na The Week levaram o meu, que diremos da Parada, né?

Dizem que Parada é igual micareta. Pra honrar parte da afirmação chegaram duas mocinhas me perguntando se eu sou HT. Respondi que não e ... Bom, beijei a que perguntou. Ai virei pra amiga e perguntei se ela era HT, a resposta foi a esperada, também não era, não preciso dizer que essa também entrou pra contagem. Nomes? Não, não perguntei.

Continuo descendo a Consolação, eu o melhor amigo e a amiga, acompanho o trio com Serginho e Dimmi. Minha amiga avista uma guria bonita, mas ela é toda tímida, e não chegou na guria. Aí fui lá eu fazer o meio de campo. A guria realmente é bonita, lembra (?) a Shane, segundo a amiga que foi comigo pra Parada. Ok, não faz meu estilo. É bonita? É. Mas não faz meu tipo. E eu disse isso pra minha amiga antes de ir lá dar uma de cupido.

Chego com a cara de pau que me é peculiar e digo: Você já ouviu falar em pessoas tímidas? Ela responde que sim, aponto pra amiga, digo que ela é das tímidas e que ela deveria se aproximar, bater um papo, sabe como é, né? Aí ela responde que não beijaria a amiga, mas que estava olhando pra mim. Sabe quando você pensa: “ai, isso vai dar merda”?, pois bem, a minha cara foi exatamente essa, jogaram Actívia na minha operação cupido.

Insisti no papo que minha amiga isso, minha amiga aquilo. Mas a guria tem um sorriso um tanto quanto bonito. E já que não ia rolar mesmo com a minha amiga e estávamos na Parada, aproveitei... Fura-olho? Pode ser... E tá, vai, pode xingar. Só queria deixar claro que foi a primeira vez que fiz isso e que só fiz porque era Parada e bem, Parada né gente? Quem é que vai procurar “coisa séria” na Parada?

Saliva e contatos trocados. Continuo em direção a Praça da República com meus amigos.
Resolvemos parar ali perto do cruzamento com a Roosevelt e ficamos papeando e “gongando” o povo feio que circulava por ali. Também por ali havia um grupinho de 4 viados e uma guria. Uns 4 metros de distância. Quando eu olhei pra mocinha do grupo, por acaso ela também estava me olhando. Alta, cabelos castanhos, branquinha. Se ela fosse baixinha eu diria que ela é a cara duma ex minha. Pois bem, nos olhamos, sabe quando você olha, percebe que também estão olhando e então ambos resolvem fazer de conta que não estavam olhando, então... Foi isso que aconteceu. Depois fui descobrir que ela achou que eu estava “junto” com a minha amiga, e por isso não se manifestou no momento dos olhares...

Como eu fui descobrir isso?
Assunto do próximo post.

08 junho 2010

Querido Diário: One, two, three...

Não estava tarde, mas também não era cedo. Eu estava sozinha e havia dito que se fosse sair iria chamar um amigo. O carro estava com pouca gasolina, e eu só tinha o cartão do banco e nenhum tostão furado.

Como conheço o bar, sabia que o valor mínimo para pagar a conta com cartão é de 25,00 e eu não ando bebendo. Até porque já tinha bebido no outro bar e na pizzaria. Resolvi ir embora. Fui, fiz o retorno, parei o carro para abastecer. Trinta reais em gasolina. Na hora de pagar, me vi sem sono e resolvi arriscar: perguntei ao frentista se ele passaria um valor a mais e me voltaria o troco. Pra minha sorte ele aceitou. Grana na mão, carro abastecido, eu resolvi voltar para o bar que fica na mesma avenida do posto.
Carro estacionado. Comanda na mão, adentro o recinto.

Como era véspera de feriado e a banda que tocava é bem conhecida aqui na região, não poderia dar outra: lotado. Encontrei alguns amigos, dei oi para alguns, fui até o balcão pegar uma coca. De coca em mãos voltei para uma das rodinhas. Por acaso nessa rodinha estava a Gerente de Banco que eu “pago u pau” gostoso. Trinta e poucos anos, uma das melhores amigas do Irmão Urso. Aliás, foi por meio dele que eu a conheci quando ela ainda estava com a ex-namorada. A única vez que eu demonstrei meu interesse na Gerente, eu descobri que ela tinha terminado com a tal da ex, e já estava em outra. Outra que, por acaso, ainda é atual, e que minutos mais tarde nessa mesma véspera de feriado eu iria descobrir que é uma escrota. Escrota e recalcada.
A gerente estava com a Namorada Recalcada e mais umas amigas. Amigas de outra cidade. Todas acima de 27/28 anos.

Ah, detalhe: a Índia (minha ex-namorada, lembram-se dela?) também estava no bar e com a atual. Aliás, é um namoro que tem dado certo, ou parece dar certo, o que me deixa feliz. Tudo bem que me acho mais bonita que a atual, mas beleza não é tudo.
Tocar nesse assunto faz com que eu me lembre de que estou com saudades da minha ex-sogra, a madrasta da Índia. Tá aí outra coisa que preciso registrar: posso não ter achado a namorada ideal (existe? – melhor dizendo a que dê certo, né?), mas se eu pudesse escolher uma sogra, com certeza, a Mãe nº 2 da Índia seria a escolhida.

Junto com as amigas da Gerente e da Recalcada, tinha um casal hetero. E aí chegamos onde eu queria chegar. Eu não sabia que eles eram um casal. Eu achava que o cara era viado e que a menina (com um corpo espetacular) era bi, e fim.

Lógico que meu instinto Dom Juan deu sinal de vida, o Zé Mayer que existe dentro de mim resolveu colocar as asinhas de fora. Começamos a conversar. Eu e a guria. Enquanto o namorado, que eu não sabia que é namorado, só observava. Nos demos muito bem. Conversamos muito, fomos nos aproximando, procurando algum contato físico, com a desculpa de que estava frio. Só no flerte. Até o ponto em que eu fui buscar outra coca-cola (e a esta altura todo mundo já estava me zoando, dizendo que eu não bebo, não fumo e não trepo) quando ouço a menina, a Bi Bonita, dizendo que ninguém entendia a situação dela e do namorado. Ai puxei uma das amigas da Gerente pra um canto e perguntei qual era a do casal.

Foi aí que fiquei surpresa. Não que eu seja quadrada, mas surpresa porque o cara tem cara de viado, só por isso. Ele é hetero e eles gostam de sexo à três. –

Música de fundo neste momento do post: One, Two, Three.... ♪ *Trilha: Three – Britney*. a tia aqui sai tirando a roupa, pegando os dois pela mão e sai do bar. NOT! Tô de brinks.

Enfim, ela também gosta de meninas e já tinha dito isso e eu já tinha sacado antes dela dizer também. Ela tinha me "curtido", mas sacou que não rolaria porque eu não demonstrei interesse no boyfriend.

Aí começamos a falar sobre ménage. E foi um papo um tanto quanto interessante. Ela comentou que sempre achou que não seria capaz, que achava que ia achar esquisito quando acordasse na manhã seguinte e percebesse mais uma pessoa na cama junto com o namorado dela.

E não é que a bichinha não só acostumou, como também ("como também" sentiu o trocadilho?) passou a gostar da brincadeira. Nada contra, até porque eu morro de vontade de experimentar (segredo nosso, ok?) mãs, mas, mas, eu acho que eu ainda não tenho a cabeça trabalhada e aberta o suficiente pra isso.

Fora que ela disse uma grande verdade: quem parte pra sexo à três tem que concordar em ser, de fato, um trio, tem que fazer as pontas do triângulo girar, ou nas palavras dela “tem que fazer a roda girar.”

Não adianta ir achando que você e mais alguém vão pegar uma pessoa, ou que você vai ser pega por duas, ou que você vai pegar duas pessoas e só uma delas encosta em você, segundo ela, tem que pensar em dar e receber prazer com os outros dois, não como um casal que tem mais alguém por perto. É um trio de verdade, um time.

Confesso que se fosse só ela, eu teria “ido” sem pestanejar, mas tinha ele também. E ela, de uma maneira que acho correta, disse que só topa se for a três, afinal, se for pra ser uma dupla, ela já tem o namorado.

No fim da noite ela pediu meu telefone, e disse que havia gostado de mim. Tudo bem que ela não vai ligar. E nem to esperando por isso, mas com certeza é alguém com quem eu gostaria de conversar mais.

Sai no zero a zero, mas em paz. Até porque até aquela quarta eu ainda pensava que eu poderia voltar com a ex namorada, a Complicada e Perfeitinha. É... Achava, porque havíamos voltado a conversar, mas isso é história pra outro post.

03 junho 2010

Querido Diário: As últimas...

Uma hora a gente volta a escrever, né?
Sei que estou devendo um podcast. Prometo que sai ainda no primeiro semestre deste ano.
Minha voz continua a mesma, mas os meus cabelos... Tá, mentira, eu também cortei o cabelo tem um tempo já e já ta crescendo de novo. O legal é que ele tá meio “ondulado”, mas sem deixar de ser a coisa escorrida que sempre foi.

Coração tranquilo.
Depois de uma fase um tanto quanto “Zé” (Zé Mayer, O – ênfase no O - pegador), agora estou voltando às origens, e não, não sou nenhum X-Men. Nem X-Men nem X-Princesa, só X-Bacon. Ok, piadinha #fail.

Ando curtindo o trabalho e já me acostumei com o horário, o que também significa que mudei a rotina, se antes meu horário para deitar era por volta 00:30, 01:00 agora dá no máximo 21h e eu estou cambaleante de sono. Vida mais saudável? Talvez. Voltei para academia essa semana. E comecei a correr também. Minha meta agora é cuidar um pouco mais do corpo. To tomando coragem pra nadar na água fria durante o inverno, mas estou com medo de ficar doente.

PA tia aqui, sarada? Yes, we can. Ou melhor: Yes I can.

Enquanto isso no fantástico mundo da “Sentimentolândia” as coisas estão tomando um rumo que eu não sei se fico feliz ou pensativa. Ando pensando em fazer dar certo, não vou dizer com quem, por que né, é deselegante...

Continuo solteira e agora também estou pacata. Quase um anjo.

Legal disso é que, justamente quando você sossega o rabo, aparecem aventuras pra você se jogar – ou não.

Ontem por exemplo foi um desses dias.
Era aniversário da gorda que fez o meu "outing" na agência. Fomos comemorar numa pizzaria, eu e os colegas de trabalho – sempre diferencio colega de amigo. Primeiro momento memorável da noite: a surpresa dos presentes ao me verem maquiada. Todo mundo tá acostumado a me ver meio moleca: tênis, jeans, babylook/blusinha e tênis. Pensa que eu acordo às três da manhã, não vou ficar me arrumando toda SÓ pra ir trabalhar né? Pois bem, andar largada no trabalho tem lá suas vantagens: ser notada quando se está arrumada e receber elogios.

Da pizzaria partimos pro bar. Isto é, atravessamos a rua. Mais algumas cervejas. Mais alguns papos. Levo meu amigo Libriano pra casa. Detalhe: ele é hétero e sabe de mim. Detalhe 2: ele é hétero, sabe de mim, me acha linda, e vive me mandando indiretas. Não, eu não ficaria com ele. Aliás, uma observação: minha vida anda enchendo de librianos, só falta saber se isso é bom ou ruim.

Enfim...

Deixo o Libriano em casa e resolvo passar pelo barzinho/balada GLS que eu costumo frequentar. Fui sozinha. Na verdade eu nem ia entrar. Estava meio cedo ainda e eu precisava dormir... Fui... Cheguei, parei na porta, vários carros estacionados...

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Continua... (porque eu adoro fazer suspense)
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