30 março 2010

Um empurrãozinho

Com diferença de poucas horas, eu e a Menina da Turma do Colore ficamos solteiras nos últimos tempos. Eu já não estava namorando, mas ainda estava "enrolada" e por filha-da-putagem-alheia motivos alheios ao meu conhecimento chegamos a um fim oficial.

Pois bem: Dizem que um pé na bunda ao menos te impulsiona a seguir em frente não é? No nosso caso, nos mandou um pouco mais longe: Pras terras quentes e acolhedoras do Nordeste do Brasil.

Muitas aventuras e confusão? Uma chamada ao melhor estilo Sessão da Tarde com essas duas figurinhas desse mundo brejeiro.

O resultado dessa viagem? Vocês vão conferir em breve, porque com certeza teremos história pra contar. Se quiser algo mais "real-time" você pode nos acompanhar no twitter: @posadolescente.

(updates protegidos porque tem gente que fica me stalkeando e indiretamente me arrumando dores de cabeça)

29 março 2010

É que eu preciso prosear

Quem vê isso aqui, sabe que aqui não é lugar disso. Quem vê isso aqui sabe que prosa, sabe que contos e contas a gente acerta em outros lugares, mas Seu Moço, eu preciso escrever. Preciso confiar naquele cara, aquele, como é mesmo o nome dele? Tempo, Tempo é o seu nome.

E minha ansiedade se desfaz. Vai como água, por entre os dedos. Vai como o amor que eu sentia (e não sei mentir: ainda sinto).

É hora do novo. De recomeçar. Não digo começar de novo, mas ter um novo início. Uma coisa só minha, sabe?

Tudo faz sentido e tudo aconteceu conforme o esperado. Aquele que vem depois do quinto - não o quinto andar da Tiê - eu falo do sexto, o sexto sentido (e não, eu não vejo gente morta, mas vejo mortos vivos), ele não falha. E não sei se fico triste ou feliz. Feliz por acertar, triste por acertar algo ruim. Como sempre. Até porque as coisas boas são aquelas que surpreendem. O inesperado faz mais sentido. Aquilo que se espera é só aquilo que já estava previsto.

E bato papo comigo mesma. Vou escrevendo, assim, desse jeito assim, sem mais, nem menos, sem pé, sem cabeça, sem começo-meio-e-fim, porque a vida é assim e é inútil procurar sentido.

Dá pra achar uns padrões? Dá. Faz sentido? Às vezes.
Como você se sente agora? Eu? É, você! Leve. Me leve com você. Me leve pra qualquer lugar. E assim eu vou... Pra onde? Pra onde a vida me toca, pra onde eu me sinto bem.

E me sinto livre. Me sinto senhora de mim mesma. Escrava do amor, não das pessoas, mas do sentimento. Deixo o amor mandar, deixo o amor levar. E quem manda agora é o amor-próprio.

24 março 2010

Agradecimento...

Obrigada pra quem mandou boas vibrações durante toda a segunda-feira, dia no qual comemorei meu aniversário.

A vida vai seguindo.
Conversas sendo necessárias por aí.
Saudades reveladas. Tanto da minha parte quanto da parte de lá.
Mas ainda não é a hora de tomar atitudes, tem muita coisa que ainda precisa ser mudada, compreendida ou simplesmente dita.

No mais, tenho aproveitado o colo que a Baixinha tem me dado, e me dado conta que realmente o sentimento que durante tanto tempo foi tão grande, acabou.

Não sei se isso é bom ou ruim.
Acho que é bom, porque vi que sou capaz de amar de novo e que, de certa forma, ainda amo outro alguém, que chegou depois, mas que não foi e não é menos intenso.

Até porque acho que comparar sentimentos é um erro comum. É o tal lance das expectativas.
Resolvi baixar as minhas. E às vezes me surpreendo.

21 março 2010

A data

Se existe uma data que me inferniza, com certeza essa data é meu aniversário.
Próxima a ela parece que tudo o que eu construo cai. Meu mundo cai, meus amores me decepcionam.

Hoje não é diferente.
Estou surtando desde que o dia começou.
Eu só quero um pouco de atenção, eu só quero que alguém cuide um pouquinho de mim por alguns instantes, só quero desabafar, só quero você me ouça.

Meus problemas também são importantes. Os teus também são, mas eu sempre tento cuidar dos outros. Hoje é diferente. Hoje eu estou precisando daquela ligação idiota, no melhor estilo "Só liguei pra saber como você está?"

Estou me sentindo sozinha. E isso está doendo de uma maneira desumana.
Lembrei dos tempos de terapia, lembrei que tive sorte em começar na época certa, caso contrário as consequências teriam sido diferentes.

Essa ansiedade está me corroendo.
Essa carência, essa necessidade de colo, de sentir-me querida, tudo isso me sufoca.
Eu não sou assim... Eu não gosto de demonstrar minhas fraquezas. Aí eu demonstro, confio, e tento mostrar que estou precisando de ajuda e é como se eu nada dissesse.

Quero parar de chorar.
Quero parar de sentir essa maldita dor.
Não quero fazer aniversário. Não quero. Não quero me dar conta que mais uma vez em tantos anos eu continuo não tendo nada, eu continuo não tendo ninguém. Eu continuo sem ter pra onde ir.

Quero beber, beber pra colocar tudo pra fora e não lembrar de nada depois.

13 março 2010

Eu, ariana, explicitamente comentada.

Um tempo atrás achei esse texto, não lembro onde, mas tava guardado. Acho que tem muita coisa que tem a ver comigo. Resolvi dividir e fazer uns comentários, que estão em negrito e entre parenteses. Sublinhados também foram adicionados por minha conta.

"A Ariana precisa de uma luta (Fato, sempre precisamos disso, só reparar como o pavio é curto). Ela tem sede de desafios, uma causa a ser seguida, um alvo a ser alcançado e novos projetos excitantes e inspiradores. Ela precisa saber que está fazendo algo para promover mudanças e progresso, mesmo que seja um pouco (por isso gostamos de transformar quem amamos em pessoas melhores, sabe).

As mulheres de Áries são executivas e líderes naturais, pois sua força, coragem, convicção, originalidade e direção lhes dão carisma e autoridade. Elas são pessoas ativas, mentais e/ou fisicamente (difícil ficar parada). Você não deve esperar que elas sentem-se quietas no trabalho aguentando os abusos de um chefe (pode haver somente um chefe no mundo dos arianos, e adivinhe quem é), ou que se encostem-se ao fogão, esperando o bolo assar (a não ser que estejamos com um senhor problema na vida).

Não é fácil ser uma mulher de Áries em um mundo convencional de papéis sexuais estereotipados. As atitudes prevalecentes há um século ainda não mudaram tanto assim, mesmo que você pense diferente. O mundo está só começando a se acomodar ao fogo claro da ariana e provavelmente, a maioria das mulheres que protestou, de forma alta e persistente, para que as leis fossem mudadas, foi de Arianas. Hoje, graças a elas as mulheres têm maiores oportunidades de expressar seu poder criativo no mundo externo.

Essa mulher não é dobrável, submissa, ou perdoa pacientemente (até perdoamos, mas sempre tem um mas...). Ela não irá sorrir docemente quando você se comportar mal. Mais provavelmente, ela irá debater, brigar, gritar e fazer um escândalo, saindo de casa para começar um caso só para punir você (e se certificará de que você saiba disso, também), ou colocará sua carreira em primeiro lugar (ou você dá valor ou dá espaço pra alguém que dê, precisamos nos sentir únicas, valorizadas).

Ela não lhe fornecerá afagos e preocupações constantes, portanto, não espere que suas necessidades sejam compreendidas telepaticamente (tá vendo, não tenho bola de cristal, não sei adivinhar o que os outros pensam, não sei ser fofa 100% do tempo, mas quando sou fofa, sou mais fofa que dez pessoas juntas). Se você tiver encontrado uma ariana dobrável, com um temperamento doce, cuidado: ela reprimiu aquele fogo todo e um dia ela explodirá, queimando a ambos. Regida por Marte, sua energia criativa precisa de vários espaços diferentes, incluindo a corrida do mundo externo.

Mesmo se for casada, a ariana prefere representar a amante, ao invés de esposa. Isso é porque ela precisa de muito romance e desafio em seus relacionamentos. Ela pode ser ferozmente independente e isso poderá atraí-la a uma parceira que poderá dominar. E então, é claro, ficará entediada. É provável que ela a veja não somente como um desafio, mas também como uma competidora. Muitas vezes, ela poderá fazer as coisas melhor e mais rápido que você, e sua vontade natural poderá ser bastante danosa, se você tiver um ego frágil. (Sim, sempre queremos ser os melhores, os primeiros em tudo)

Ela também poderá tentar modificar você (eu disse que a gente sempre quer melhorar os outros). Se não tiver uma causa pela qual lutar, ela poderá torná-la sua causa e começar a remodelar suas roupas, seus corte de cabelo, suas ideias, seus amigos, seus objetivos e suas crenças. Pelo amor de Deus, lute! Não tente pacificá-la com acordos ou negociações. E também não funcionará se você ignorá-la e cuidar da própria vida.

A mulher de Áries precisa de uma boa briga para limpar o ar e ter uma perspectiva de si mesma (Sério, ariano só briga quando quer se entender, por que ninguém percebe isso?). Ela respeitará um oponente honesto que possa ir de encontro a sua honestidade, de forma direta. A luta também é, muitas vezes, sua forma de gerar calor em algum relacionamento onde a paixão começar a se esvaecer. Mas não jogue jogos de poder ou empregue táticas de manipulação (seja verdadeiro, diga o que pensa, jogue limpo, não diga uma coisa e faça outra). Ela não aguenta interferências dissimuladoras, tendências obscuras e pressões emocionais sutis. Ela não tem defesa contra farpas veladas e você acabará com sua autoconfiança e oprimirá seus sonhos criticando, censurando e denegrindo-a constantemente.

Essa mulher tem um espírito nobre e merece nobreza em troca. Ela pode ser um desafio para se conviver (eu sei que eu sou, sou sistemática pra cacete), mas é capaz de lealdade e de um compromisso tremendamente sincero. Ela lutará por aqueles que ama, será devotada a eles, trabalhará para eles, e os inspirará. Mas se você tem um ego frágil ou um problema com o poder, fique longe da mulher de Áries. E assim, você estará perdendo um espírito excitante, vigoroso, generoso e fogoso que merece não somente afeição, mas o mais profundo respeito."

12 março 2010

Olhando para trás...

Estou num processo de digestão de informações. Digestão de sentimentos.
Estou olhando para trás e revendo cada detalhe.

Eu quis ir com calma. E vejo isso agora, eu quis. Eu sabia das diferenças, eu sempre soube que éramos opostos, completamente opostos, e quando eu dizia isso era chamada de boba. Aliás, boba, foi do que mais me chamaram durante esses quase seis meses. E no fundo ela tinha razão. Eu fui boba em acreditar que mesmo tendo culturas completamente diferentes, que mesmo vivendo em universos completamente distintos esse namoro poderia dar certo.

Eu sou caipira. Desculpa, mas eu sou. Quase da roça. Não sou rica, mas também não sou pé rapado. Tenho instrução, mas não sou um poço de sabedoria.

Estudei a vida toda em escola pública, exceto a faculdade a pós. E cara, isso pesa. Pesa o de onde você vem e para onde você quer ir. Trabalho desde os 18 anos, e lembro até hoje o que fiz do meu primeiro salário.

Eu sempre fui pé no chão. Eu nunca quis um conto de fadas. Embora tenha embarcado num. O canto da sereia me pegou. Como diria um certo pagode: A paixão me pegou, tentei escapar, não consegui. Fui contra algo que eu sempre preguei: ter coisas em comum pra começar um relacionamento.

Eu sei que o certo seria olhar pra frente. Mas eu ainda to procurando o ponto onde tudo começou a dar errado.

11 março 2010

Sobre ciclos

A vida é estranha...
Acordei mais pensativa que o comum hoje.
Vou escrever pra desabafar porque senão eu vou pirar de novo.

Cai da cama. 6h30 eu já estava bem desperta, o que realmente não é comum.
Resolvi ir pra cozinha e adiantar o almoço, pelo menos assim meu pai para de pegar no meu pé, uma vez que não estou trabalhando. (E não estar trabalhando faz com que eu lembre o porque de ter perdido meu emprego: duas faltas não justificadas pra fazer loucuras na capital, é... eu nunca disse, mas foi isso que pesou).

Comecei a preparar o almoço e todo o enjoo veio numa forte onda. Corri para o banheiro e tentei me desfazer de tudo o que sinto. Espasmos, água e bílis. Só isso que saiu.

Dona José ainda não havia ido trabalhar e veio perguntar se estava tudo bem. Não, não está, respondi mentalmente. Eu quero ficar sozinha. Quer dizer, eu não quero. Eu quero colo, entende? Quero deitar e esperar tudo isso passar.

Minha vida parece feita de ciclos. E dessa vez foi tudo mais intenso, muita coisa num curto espaço de tempo. Nessas horas queria não me conhecer tão bem. Tenho medo de voltar a pensar e tentar covardias, tenho medo de me machucar ainda mais, como já fiz. Estou me policiando, é fato. Mas eu não sei lidar com a dor. Não é de hoje. Acho que por isso eu sempre banco a fortona, fria, imbatível: porque se eu sentir dor eu desmonto.

E eu to vendo que eu estou desmontando de novo. Da outra vez a Baiana ajudou muito, eram horas de skype, onde apenas me ouvia chorar, o que já aliviava um pouco.

Mas agora eu cresci um pouco e espero mais. E de certa forma, espero menos. Não quero ser um encosto pros meus amigos. Não quero ser um fardo a ser carregado... Não quero preocupar. É tão incomum (desculpa, não ando achando as palavras certas) que eu não queira causar problemas mas eu preciso de cuidados. Cuidados urgentes pra não me afogar num mar negro novamente.

O dia hoje está terrível. Minha mãe não colabora nem um pouco. Ela sabe que eu não estou bem. E eu estou com tanto ódio de mim que é capaz que eu desconte nela... Tem toda uma onda de sentimentos ruins reprimidos a muito tempo. Bem mais tempo do que eu posso suportar.

Juro que se eu estivesse trabalhando eu ia voltar pra terapia.
Eu estou sem entender nada. Acho que por isso estou escrevendo.

Até quando esses ciclos vão durar?
É sempre assim: me apaixonar, conquistar, ter momentos felizes, achar que estou no paraíso, errar, errarem comigo, perdão, começar a perder a fé, briguinhas bobas, mágoas bobas, frustrações, tentativas de fazer dar certo, mais brigas, e agora isso... essa tristeza imbecil. Não necessariamente na ordem...

Qual foi o meu erro? Onde foi que tudo começou a dar errado de novo?
Será que eu fui tão idiota assim de novo?

E sinto raiva.
Muita raiva. De mim, do mundo, dela.
Tudo de novo. E meu estômago embrulha mais uma vez...

Papai está chamando pra sair, espero que não fale demais, meu humor hoje está ácido.
Estou segurando as palavras dentro da boca pra não ofender ninguém sem motivos. Estou me segurando não fazer do ataque minha melhor defesa.

10 março 2010

F5 na vida

Aí que ficou todo mundo boiando né?
Quem acompanha minha vida ficou mais perdido que cego em tiroteio com as últimas atualizações.

Pra quem ainda ficou em dúvidas: é acabou. De novo. Novamente.

Palhaçada? Vocês já sabiam? Eu sou uma filha da puta? Ela não sabe o que quer? Ela não deu valor? Eu não dei valor? Eu sei que nos comentários vão surgir essas e outras coisas. Pena que é tudo de anônimo, mas a sorte é que esses comentários são de gente que nunca tomou ou deu um pé na bunda de alguém, que nunca sofreu por ninguém, que sempre foi bem resolvida, que nunca sonhou, ou que se sonhou tornou TUDO realidade. Quem criticar com certeza tem uma vida sentimental dez vezes mais sadia que a minha.

Enfim... Eu não sei dizer se não vem ao caso, ou se eu simplesmente não sei responder o porquê de ter terminado. Ou talvez eu saiba e não o queira dizer, ou ainda eu não tenha entendido direito.

No fundo acho que eu sou uma criança grande. Dessas que precisam de atenção em tempo quase que integral. Dessas que erram, sem querer. O que também não isenta os erros alheios, que também houveram. Somos seres humanos. Humanos erram e fim.

No fim o que "fode" o relacionamento são as expectativas criadas em cima da pessoa.
E relacionar-se é justamente lidar com isso: com o que você espera de alguém.

Eu estou numa fase da minha vida em que, por mais que não pareça, eu quero estabilizar, começar a construir algo mais "sério" com alguém. O que eu quero hoje é pensar num "amanhã". Quero segurança emocional pra pensar nisso. Quero alguém comigo de verdade. Pra estar junto, nas coisas boas e ruins, que me ame como eu sou, com o pavio curto, que saiba me perdoar, porque olha, eu sei, eu piso na bola. Não sou um poço de candura, não sei ser fofa 100% do tempo. Da mesma forma como não espero perfeição do outro lado...

Namoro é pra isso: é pra você poder ser você mesma sem medo, afinal se você não puder contar com a pessoa que está ao teu lado vai contar com quem? Se não confiar nesse alguém com quem você escolheu dividir momentos, carinhos, tesão, e outras coisas, tu vai confiar em quem? Namoro bacana é ver defeitos e qualidades. Quem vê só qualidades vive um conto de fadas, vive de paixão. E paixão uma hora ou outra acaba.

Amor não é querer mudar o outro. É querer mudar a si mesmo pelo outro, pra rolar uma adaptação. Pelo menos na minha concepção.

Agora estou aqui. Pensando na vida, tentando organizar o que ficou. Tentando lidar com as expectativas que restaram. Tentando não esperar nada de ninguém. Tentando não ficar procurando respostas pras perguntas que eu não fiz.

A impressão que tenho é que eu sempre me fodo quando eu gosto mais do que o outro lado. E não adianta vir dizer que não tem dessas coisas, porque sempre uma parte gosta mais que a outra. E eu já fui a parte que gostava "menos". Tanto que quando gostava "menos" terminei por não achar justo não conseguir retribuir. No fundo eu ainda gostava da Baixinha.

Falando nela, semana passada acabamos por nos encontrar. Conversa estranha e boa. Tem coisas que não mudam mesmo. É legal ver que a gente de fato colocou um ponto final na relação. E que ao menos por agora não existem mágoas aparentes.

Enquanto isso eu fico aqui. Remoendo pensamentos. Tentando não entrar numa disputa pra ver "quem errou mais". Um erro não justifica o outro.

E assim a gente vai vivendo.

Depois tenho que contar sobre a noite que eu conheci a da Turma do Colorê, que por sinal, também está na barca das solteiras (e inconformadas com o fim do namoro).

09 março 2010

Porque um pouco de história sempre faz bem

Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história" -
Getúlio Vargas, em sua carta-testamento.

Vontade de reler Jô Soares contando a sua versão da história do baixinho.

01 março 2010

Latência

O pior é essa coisa latente, essa ausência sem fim, a distância sempre existiu, mas hoje, agora, ela parece ainda maior. Como se parte de mim morresse junto.

Dias cinzas, tão sem graça, dias sem uma ligação logo pela manhã. Dias sem palavras bonitas, dias encobrindo um sentimento bonito.

Podando coisas, pensamentos, pessoas. Desfazer de planos e sonhos. Hábitos.
A vida virou de ponta a cabeça, aqui, aí, em todo canto.

Erros meus, erros teus, mais meus que seus, é verdade. Não há perdão.
Só lhe quero bem.
Uma vez eu disse que eu torço por você mesmo que isso signifique torcer contra mim mesma, e cá estou, sem saber como agir, sem saber o que fazer com o amor que tem aqui.

If I take your heart, I will cherish it every day
If I take your heart, I will heal these old wounds
If I take your heart, it's to make it happy
If I take your heart, it's forever close to mine
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