29 setembro 2009

As mulheres da minha vida - Semestre passado

Nesse meio tempo em que fui me afastando da Baixinha, conheci muita gente nova.
Sempre fui de sair, havia vezes em que tudo o que queria era encontrar alguém bacana pra beijar por uma noite e quem sabe me apaixonar. Tinha dias em que isso acabava acontecendo e em outros por mais que eu procurasse chegava o fim da noite, e lá estava eu sozinha, chupando o dedo.

Durante um tempo fui administradora do Leskut, o que fez com que eu conhecesse muita gente bacana, afinal eu precisava aprovar/reprovar usuárias e sempre estava no chat.
Numa dessas conheci alguem interessante, inclusive já falei dela aqui no blog. Desta vez não vou citar nomes, nem dar o famoso "pseudônimo".

Mulher mais velha, bonita, interessante. Um partidão por assim dizer. Seria, se não namorasse. Ela havia acabado de mudar de cidade e ainda namorava. A princípio conversávamos muito, ela recém chegada a capital paulista pouco conhecia da selva de pedra.
Como nessa época (fevereiro/março 2009) eu sempre ia a São Paulo, marcamos de nos encontrarmos pra tomar um chopp. Foi atração a primeira vista. Pena que atração não dura. Ou sorte que não durou.

O namoro estava abalado com a distância e gente nova no pedaço geralmente costuma balançar as coisas. Eu a achava interessante e resolvi investir, mas investir com calma.

Sei lá O grande problema é que muitas vezes a cabeça até acha a pessoa um ótimo partido, mas o coração não acompanha a linha de pensamento. Muitas conversas, muitos beijos, eu diria até que havia uma certa química, ainda assim faltava algo. Faltava um pouco mais de paixão.

Depois de passar um bom tempo desiludida com a Baixinha eu estava começando a acreditar que “paixão” é um sentimento que a gente planta, cuida e colhe. Ledo engano caras senhoras. Ledo engano. No fundo acho que o que rolou entre a gente foi um daqueles lances de carência. Uma pena que estragou a amizade.

Confesso que sinto falta das conversas até hoje, porque mesmo que o relacionamento não tenha vingado, por assim dizer, conversávamos muito, muito mesmo e eram papos bem construtivos, principalmente quando o assunto era música. Depois de um feriado juntas, ela reclamou que eu estava distante e acho que de fato eu estava. Distante, quieta e pensativa: havia perdido meu avô um dia depois. Nesses poucos dias em que fiquei mais calada, acredito que ela e a então ex tiveram uma boa DR e acabaram se acertando novamente.

Hoje eu vejo que foi melhor assim. Não nos falamos mais por motivos bestas. Orgulho é um deles. O que posso desejar é que ela esteja bem, somente isso. Tem dias que me pego querendo contar as minhas novidades e saber das novidades dela, afinal como ela mesma costumava dizer eu fui a primeira amiga do Sudeste.

3 já falaram

Rebeka disse...

Bem eu diria, depois de algumas cabeçadas e carencias por ai descobri que ficar com amigos nessas horas não é bacana, acontece mas muitas vezes não valem a pena trocar uma amizade por um relacionamento temporario.

E agora que venha a atualidade :D

Beijos moça

forcefool disse...

Oi, sempre leio o seu blog acho que a primeira vez que posto um comentario.

Gosto muito das suas histórias a pesar de ser a vida dura e crua sempre tem momentos bons.

Espero que hoje em dia esteja melhor já estamos chegando aos dias atuais \0/.
beijos e até mais...

LúAmaNessa disse...

Oie.. Tudo certinho? Meu nome é Luciana e gostaria de deixar registrado aqui em seu blog o quanto eu e minha namorida Vanessa gostamos de ler seus textos!! São ótimos e bastante esperados, pena que ultimamente vc tem demorado a postar. Somos inexperientes ainda nesse mundo novo para nós dos blog's, porém, o seu já é um de nossos preferidos! Inspirada em blog's como o seu, criei um também, para surpreender minha branquelinha e contar um pouco de nossa história e apoio que recebemos de nossas famílias. Ficaria feliz se pudesse dar uma passadinha lá e quem sabe até dar uma forcinha na divulgação do nosso blog. ( Luknessa.blogspot.com ) Desejamos mais sucesso e textos únicos e maravilhosos a vc. Continuaremos a acompanha-la. Abraços.

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