15 setembro 2009

As mulheres da minha vida: Fim de 2008 e um ponto final com a Baixinha

Eis que a (nem tão) boa filha ao blog retorna.

Meninos e meninas, acho que hoje termino a incrível saga desta que vos fala e passo a narrar acontecimentos deste ano. Do começo do ano pra ser exata. Mas isso são só algumas possibilidades.

No último capítulo dessa novela mexicana, que eu tenho o prazer de chamar de vida, a Baixinha pediu pra voltar.

Não precisa nem falar que eu aceitei, né? Afinal até então ela era a mulher da minha vida, e qual coração, por mais medo que tenha, não daria uma chance ao "amor da vida"?

Voltamos. Tudo à mil maravilhas exceto um pequeno grande detalhe: minha insegurança.
Anos e anos insistindo na mesma história resultaram em mágoas. Eu queria poder sonhar, fazer planos e não viver um dia de cada vez. Queria ter metas.

Nesse meio tempo, entre as muitas indas e vindas, antes de conhecer a Menina de Marfim,a Certinha, em junho do ano passado, eu conheci a Dona Engenheira. Numa das vezes que sai com a Baixinha encontrei com a nossa amiga da área de Exatas. Coloquei na balança o que estava sentindo. Percebi que nada mais era a mesma coisa. Que eu ainda gostava, mas que simplesmente não tinha mais pique pra correr atrás. Isso foi em novembro do ano passado, quando percebi que nosso amor ainda era amor, mas estava morno.

Em Outubro do ano passado eu ainda estava com a Certinha. Estava adorando, mas meu coração ainda estava machucado. Se desse pra mandar no coração, com certeza a ordem seria gostar dela, mas como todo mundo sabe, tem coisas que não tem como.

O tempo foi passando. Dezembro chegou e eu comecei a fazer a linha "Pego Geral". Tinha minhas crises de consciência, comecei a gostar de algumas pessoas, mas nada que durasse 15 dias. Estava sempre bem acompanhada de mulheres bonitas, mas nada me preenchia. Entre uma e outra sempre estava com a Menina de Marfim. Às vezes me sentia apenas um corpinho bonito, um troféu sobre a estante. E às vezes me gabava de "pegar" as mulheres que todos queriam. Exceto a Dona Engenheira por quem eu percebi que havia me apaixonado, mas ela não me dava a mínima. E assim fiquei até próximo do meu aniversário deste ano. As histórias dela você confere clicando aqui.

Depois de encerrar minha história com a Baixinha, de perceber que só amar não é suficiente pra ficar junto, a gente ainda ficou algumas vezes. Sexo com ela costumava ser incrível, afinal a gente se conhecia muito bem, e isso é tudo num momento de intimidade como esse.

No meu aniversário meio que rolou uma despedida. Ela apareceu, me entregou o Steve - um cachorro de pelúcia - uma caixa de chocolates e o combinado seria cada uma seguir sua vida. Durante algum tempo eu ainda a procurei, sentia falta das conversas, de tê-la por perto. A distância foi aumentando, e a última vez que a vi foi em julho, no dia do amigo, quando do nada fomos tomar um café.

Depois disso mandei sem querer uma sms errrada o que gerou um desentendimento. Hoje é cada uma na sua. Espero que ela esteja bem e só.

9 já falaram

Ju disse...

Nossa, essa Baixinha foi daquelas que passou rasgando coração, daquelas que a gente acha que não vai se curar nunca. Mas tudo passa, e quando nos recompomos ficamos mais leves e tudo fica lindo!
Agora quero saber a história que baseia a felicidade toda "twittada" umas semanas atrás!

beijos

le disse...

AMÉM !
Pensei que nunca leria o 'fim' das mulheres da sua vida !
Talvez eu interpretei mal, mas resumindo, ainda ficou meio estranho esse clima com a baixinha,né?
engraçado, só agora que vc chegou ao fim é que entendi porquê fiquei tão ansiosa lendo.
É uma história MUITO familiar.
Bom, espero que com a D. Engenheira, ou com qualquer que seja o seu amor, que sejas feliz =]
Beijos

Escaminha disse...

Aff....que rolo e que história...
Mas que jogue a primeira pedra, a sapa que nunca teve um enrosco desses né.

Michelle disse...

Encontrei seu blog por acaso e agora estou sempre aqui.
Eu nunca consigo decidir se adoro suas histórias ou se as odeio. Às vezes tenho a impressão que elas são intensas, às vezes me parecem draminhas simplesmente adolescentes, nada pós, no máximo pré.
Bem, eu sempre volto, então não devo odiar tanto assim.
Mas outra coisa que nunca consigo decidir é se você é uma pessoa incrível ou uma garota que se acha demais.
Estou confusa.
rs.

Rebeka disse...

Bem as vezes eu acho o coração bobo demais e mulheres tumultuadas demais.

Beijos moça.

Thais disse...

baixinha é foda
mas ainda espero próximos capítulos dessa novela

beijos

Mesa 27 disse...

A Literatura GLS ainda é escassa, porém, já é possível encontrar bons livros que tratam da temática em histórias surpreendentes.

Mesa 27 é um romance que aborda o amor entre mulheres, toda a magia de uma grande paixão e poder do amor incondicional.

O livro de autoria de Adriana Nicolodi, será lançado dia 19/09/09 em Porto Alegre, na livraria Bamboletras, localizada na Rua General Lima e Silva 776 loja 03 – Cidade Baixa em Porto Alegre.

A autora estará autografando os exemplares entre às 19:00 e 20:30h.
Para conferir o primeiro capítulo do Mesa 27 em sua íntegra é só acessar o blog do livro, lá você também encontrará mais informações sobre esta obra.
http://mesa27.blogspot.com

Alice disse...

Acho que no fundo a vida amorosa de toda sapa é muito semelhante: sofremos muito, mas também amamos demais. Digo isso pq eu me identifiquei em vários pontos da sua história. Ao contrário da mocinha do comentário ali de cima, não penso que vc "se ache demais". Pelo contrário, você contou a sua história e eu achei legal acompanhá-la. Tomara que vc anime a continuar e contar agora os bons momentos que parece estar vivendo.

Anônimo disse...

Pois é, tudo é muito complicado quando se trata de sentimentos. O que você precisa é vir pro Rio para ter novas histórias. Talvez, mais felizes. Quando chegar por aqui, me liga! =P

Maria, Rio de janeiro.

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